quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Parceria

Olá a todos, membros e visitantes do Blog Expresso dos Escritores Amadores.
É com prazer que apresentamos nosso novo parceiro: 
o Blog Tudo para o Escritor.

O presente Blog tem como objetivo fornecer aos escritores e escritoras ferramentas em sua empreitada pelo mundo literário.
Nele vocês encontram lista de editoras (com links para saber com enviar seus originais), de editores para capas de livros, de revisores de textos, entre outras informações relevantes.
Sejam bem-vindas Adriana, Nanda e Neiva.


Ótimas idéias a todos. Excelente jornada a todos.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Harry Potter e a Pedra Filosofal


Olá a todos. Hoje eu vou escrever de um livro que foi sucesso tremendo no mundo e de modo rápido: Harry Porter e A Pedra Filosofal. O livro escrito por Joanne Kathleen Rowling recebeu ao todo 12 prêmios e foi o livro da série que teve mais cópias vendidas, ultrapassando 120 milhões. Grandes marcas!
Bem, então começo a falar sobre a obra. A estória do livro (e da saga) tem uma ambientação mágica. Ele se passa em grande parte em Hogwarts, a escola de magia, e abrange diversos temas como amizade, inocência, descobertas, surpresas, aprendizados e inteligência. Além disso, há o enredo do heroi (Harry Potter)/vilão (Voldemort) que foge um pouco aos padrões. Esses são os pontos fortes do livro, na minha opinião, pois há, em suas linhas e idéias, leveza e simplicidade, o que torna a leitura atraente – e até certo ponto rápida. Por esses fatores, eu considero o primeiro livro da saga Harry Potter um livro infantil e não infanto-juvenil, inclusive se for considerado que o personagem tem 11 anos de idade e toda a ambientação criada pela autora.
Os aspectos descritos muito acrescentam e tornam o livro uma bela aventura para os leitores. Posso apontar ainda que em certos momentos, como no capítulo 15, há ação que muito lembra a narrativa de Moria e a queda de Gandalf em O Senhor dos Anéis, ou seja, o capítulo acaba sem que se perceba. Aliado a isso, está uma escrita um pouco “despretensiosa” e às vezes direta – logicamente direcionada a leitores mais novos.
Por esses motivos, eu achei Harry Potter e A Pedra Filosofal um livro muito bom e adorei lê-lo. É um livro que eu recomendo, pois revela um jeito ótimo de escrever para uma faixa etária mais jovem, porque as palavras têm que ser mais orientadas – seja na simplicidade, seja no envolvimento.
Abraço a todos.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Dom Casmurro e os Discos Voadores de Lúcio Manfredi



E se Capitu fosse de outro planeta?

Lúcio Manfrendi pegou o clássico Dom Casmurro de Machado de Assis e inseriu nele um contexto novo, no qual alienígenas estão por trás dos misteriosos olhos de ressaca de Capitu. Mais ainda, ele trouxe Bentinho e toda sua trupe para o gênero fantástico de literatura, revigorando um livro excelente, trazendo-o para os leitores novos, ávidos por fantasia. É assim que vejo o trabalho do escritor e roteirista de televisão mencionado no título desta postagem.

Dom Casmurro e os Discos Voadores é um livro novo, mas não tão novo. Lançado em 2010 pela editora Lua de Papel, faz parte da coleção Clássicos Fantásticos que tem o objetivo de inserir grandes obras no contexto da fantasia, tal qual os livros em evidência dos últimos anos. A ideia, fazendo um trocadilho, é fantástica. No livro de Manfredi, que ele mesmo atribui parceria a Machado de Assis (e que parceiro, não?) encontramos, mais uma vez Bentinho e Capitu lutando para ficarem juntos. Contudo, dessa vez, forças desconhecidas querem impedir a união do casal e uma verdadeira "guerra fria" se estabelece. Anunaques e Aquepalos, guarde bem estes nomes e confira no livro o que eles representam.

O livro trabalha bem com o fator suspense. O leitor fica preso ao contexto novo que é apresentado em doses corretas e tempo certo e tudo, ao final, fica esclarecido. O português da obra é simplificado se comparado ao de Machado, mas não é ruim. Pelo contrário. Achei-o excelente. O autor, parafraseia Machado de Assis em todas as partes que não são fantásticas e isso pode gerar desconforto. Por este motivo, não me vi lendo um livro novo, mas sim um livro velho que foi cuidadosamente montado para parecer velho. Fiquei desapontado com isso, pois esperava rever Bentinho e Capitu em um contexto totalmente novo e que não tivesse nada a ver com as palavras de Machado de Assis, mas não é este o caso.

Outro fato marcante é que Capitu mudou de nome. No livro de Manfredi ela é apenas Capitu, enquanto que em Machado ela se chama Capitolina e seu apelido é Capitu. Achei que a falta deste detalhe foi intencional, já que o autor quis dar um ar mais jovial ao livro original, mas não entendi como sensato. Não sei se o leitor poderia concluir por si que Capitu é um apelido e não um nome e mais ainda se não ia pensar: como alguém poderia se chamar Capitu?

Acredito que o problema reside no fato de o livro querer ser uma cópia do original em vários trechos o que nos leva a compará-lo e a deduzir negativamente. O sistema de capítulos curtos de Machado de Assis é usado por Lúcio Manfredi e também os títulos dos capítulos, tudo intencional ao meu ver. Até mesmo o estilo de narração em primeira pessoa, na qual Machado conversa com seus leitores é mantido no livro. Entendo que era preciso usar muitos elementos do livro original nesta versão, mas imaginei que seria mais "livre" e infelizmente para mim, Dom Casmurro é único.

Deduzo, portanto, que Dom Casmurro e os Discos Voadores é um livro velho com um contexto novo. O contexto fantástico inserido é muito bem estudado e trabalhado o que dá qualidade ao livro, mas a parte original que foi usada no livro desaprecia-o, já que não combina com o texto novo, por mais que Manfrendi tenha se esforçado para isso. Rever Bentinho e Capitu, ainda que de forma diferente, foi uma experiência boa e gratificante, apesar de tudo. É um livro que tem uma ideia legal e vale a pena ser lido, mas se você espera algo novo e original, vai ficar desapontado.

É isso!
Um abraço.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Vendendo seu E-livro



Esta semana, um amigo especial me indicou uma maneira muito legal de comercializar livros no meio digital. Na verdade, este mecanismo não é novo e é ele que vem causando preocupações nas editoras de todo o mundo, já adivinhou do que estou falando? Não? Veja lá:


É a loja virtual Amazon, que dá suporte ao leitor de livros eletrônicos mais famoso da atualidade, o Kindle. O link indicado é para você fazer seu cadastro e disponibilizar seus livros para baixar. Isso mesmo! Qualquer um pode disponibilizar seus e-livros na loja da Amazon e lucrar com a venda deles. Infelizmente o site é todo em inglês, mas creio que muito em breve ele deve ser atualizado com mais linguagens dada a crescente do mercado digital de livros. A Amazon é uma das pioneiras neste tipo de tecnologia e usar suas ferramentas pode dar vantagem para os novos autores. Já pensou receber em sua casa cheques gringos pela vendagem de seus livros?

Não perca tempo, vá lá e cadastre-se para depois upar seu livro e fazer parte do mundo literário digital definitivamente. Aproveite para dar uma sacada nos livros que estão por lá e o modo como eles são comercializados. Ah, não se esqueça que demora um pouco para você poder conferir como ficou o livro depois de upado. O processo de criação de conta e de transferência de arquivo é simples e qualquer um pode realizá-lo.

Sucesso!