sexta-feira, 18 de maio de 2012

Resenha: O Diário de Milena Liebe-Antéia



Mudamos, muda-se o mundo.


No segundo livro da trilogia “O Diário de Milena Liebe”, denominada de “Antéia”, o autor Denir P. M. Junior continua a narrar a vida de sua protagonista depois dos acontecimentos surpreendentes do primeiro livro. A resenha deste livro pode ser lida aqui.

Como no primeiro livro, acho que é característico do autor, um evento inesperado determina uma mudança drástica na vida da personagem. Dessa vez, Milena Liebe que ainda está se habituando a nova vida e possibilidades, acaba recebendo uma mensagem de alguém misterioso.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Jogos Vorazes

Jogos Vorazes, o best-seller, o filme as polêmicas. Confesso que vi a popularidade do livro crescer, vi os fãs debatendo na internet, mas só abandonei a letargia e fui ler o livro após ver o filme, ou seja, quando não dava mais para não fazer parte da onda. O que não é realmente um problema, afinal é uma excelente história. Pra começar, as críticas sobre o livro que valem a pena serem observadas, falam a respeito da prosa demasiado simples, da superficial descrição do cenário e da falta de profundidade dos personagens. Reflita sobre essas críticas, reconheça a validade delas, fique desapontado. Então as coloque de lado, pois ao focar na estrutura literária elas erram o alvo e falham em observar a vitalidade da história que Suzanne Collins conta. É aquela velha e empedernida discussão do que é literatura de verdade e o que é literatura jovem, ficção científica, ou outra categoria á sua escolha que é automaticamente classificada de "sub" literatura. Basicamente um elitismo rançoso que em nada contribui á arte de contar histórias.

Segundo a autora a inspiração surgiu ao surfar canais de televisão, onde cenas de reality shows e da guerra do Iraque foram se fundindo e dando início á ideia do livro. Outra fonte de inspiração seria o mito de Teseu e a própria autora considera a heroína de seu livro uma espécie de Teseu futurístico. Com base nessas duas fontes de inspiração, a televisão e o mito, a prosa simples e direta de Jogos Vorazes faz mais sentido. E também explica seu retumbante sucesso: fala uma linguagem familiar ao leitor moderno e apela ao mesmo tempo para a essência atemporal da mitologia. Em uma versão distópica e perturbadoramente próxima da sociedade em que vivemos, o labirinto é uma arena televisionada ao público e o minotauro é a monstruosidade de crianças e adolescentes matando uns aos outros em um espetáculo mórbido. Um programa de televisão que serve para lembrar ao povo oprimido o poderio do estado sobre suas vidas. O controle social pelo medo. Uma história familiar para alguns leitores de mangá...

Eu conheci Battle Royale, em sua versão mangá, que é baseada em um livro de mesmo nome do autor japonês Koushun Takami, publicado em 1999. Em 2000 foi lançado um filme baseado na mesma obra. Ao saber por alto da história de Jogos Vorazes, imaginei que houvesse uma inspiração, mas mais tarde vi que isso não procedia. Não existe qualquer plágio entre as duas obras, por mais que uma sinopse de Battle Royale soe praticamente igual a Jogos Vorazes. Como apontado neste artigo, há uma série de obras anteriores com temas semelhantes, bem como o próprio mito de grego que inspirou Suzanne Collins. Battle Royale é uma metáfora da sociedade japonesa tanto quanto Jogos Vorazes é da norte americana. Ambas as  sociedades porém, vivem em função do capitalismo financeiro. Este é o ponto que torna os temas tão semelhantes.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Caim - José Saramago




Deus é o culpado


Caim do renomado escritor português José Saramago é uma obra de cunho crítico, irônica e reflexiva sobre os prematuros acontecimentos bíblicos. Nela encontramos o início da humanidade analisada sob ótica distinta da apresentada pelas igrejas. Na verdade, o autor faz um estudo do que está escrito na Bíblia. 

A história relata como Deus lidou com Adão, Eva e depois o protagonista Caim e seu irmão Abel. Como bem está escrito no texto bíblico, Caim assassina Abel quando Deus o desmerece em prol do irmão. A partir daí, Caim é marcado por Deus (uma marca em sua testa) e condenado ao exílio. Entretanto, este banimento é na verdade a sina de vagar pelo tempo e conferir outras atitudes divinas. Caim adquire consciência crítica e tira suas próprias conclusões dos acontecimentos que presencia e as fornece para nós leitores. 

A reflexão principal da obra refere-se justamente sobre as atitudes do divino ao longo dos acontecimentos do Velho Testamento e se você é um religioso fervoroso esta obra não lhe é indicada. A análise aqui é de um autor capaz de ter suas próprias conclusões daquilo que está realmente escrito nas páginas bíblicas. 

domingo, 25 de março de 2012

Resenha - Abascanto: A Sombra dos Caídos - Digo de Souza

Oiee! Quanto tempo né?
Hoje eu trago uma resenha fresquinha do livro do meu colega de Editora, Diogo de Souza. Espero que gostem!



Resenha Abascanto: A Sombra dos Caídos
Autor: Diogo de Souza
Editora: Dracaena
Páginas: 238
Sobre a história: “Seres de outra dimensão brigando pelo destino da humanidade, e um plano para salvar o mundo, destruindo-o. A idéia de escrever a história de Abascanto me surgiu em meados de 2003. Depois de um tempo de molho, foi em 2008 que eu resolvi retomar a empreitada, e o que era para ser uma fantasia medieval, se transformou em um conto de fadas moderno. Surgiram os grigori e os caídos, aegis e abascanto, e eu percebi que Érico e Aline eram, na verdade, irmãos, e ambos nephilim. Cada capítulo revisado de "Abascanto" ao lado de inestimáveis colegas, me foi um prazer a parte, destilado ao longo de várias noites. Espero que cada uma das revisões e críticas até aqui possam lhes dar um pouquinho da diversão e entretenimento que eu tive com cada página escrita.”
Palavras do próprio autor.
Minha opinião:
Recebi o livro da Dracaena no final do ano passado – é faz tempo. Diogo é meu colega de editora e eles enviaram um exemplar. Confesso que, além de ter visto lá no site da própria editora, nunca tinha me interessado muito pelo livro, acho que um dos grandes fatores para isso, é a capa que eu achei com informação demais. Então eis que numa bela tarde eu resolvi pegar o bichinho e dar uma chance a ele... E me surpreendi. 

sexta-feira, 16 de março de 2012

Clarice, uma biografia

Terminei de ler Clarice, uma biografia, de Benjamin Moser. Minha primeira impressão logo após última página, é de que foi um livro curto de mais de setecentas páginas. Terminou rápido, como a vida de Clarice. Fico imaginando como ela estaria hoje se estivesse viva. É inevitável o pensamento de que ela provavelmente teria um blog hoje, já que excertos de sua obra são intensamente compartilhados nas redes sociais. Ou não, mas não consigo evitar a conjectura depois da intimidade da biografia. Moser navega pelo mito Clarice com habilidade, dissolvendo a aura do mistério Lispector, mostrando a mulher em suas facetas cotidianas e fazendo um interessante trabalho de dedução a respeito da vida interior de Clarice e como esta dá forma a sua literatura. Moser é um hábil narrador, envolve o leitor na sua visão da vida e obra da escritora.

O livro revela muito sobre as origens judaicas de Clarice e o reflexo de sua identidade judia em seus escritos. É objetivo de Moser mostrar Clarice como uma representante da mística judaica na literatura, reforçando a profunda influência da cultura judia em seu processo criativo, aspecto da obra de Clarice pouco estudado por seus críticos, segundo Moser. Esse enfoque é ao mesmo tempo o ponto forte e fraco do livro. Ao longo da leitura fica fácil perceber que o livro não foi escrito para o leitor brasileiro. Este aliás vai ficar com a impressão que estão falando de outra Clarice, que poderia ter vivido na África do Sul ou na Argentina, pois teria tão pouca identidade com esses países como tem com o Brasil na obra de Moser. Nosso país parece mais um cenário pitoresco onde Clarice viveu, do que parte de sua personalidade. A Clarice de Moser parece uma genial escritora emprestada ao Brasil e agora resgatada de volta do desconhecimento dos leitores internacionais. Mas o leitor pode ignorar essa estranheza e se entreter caminhando pelo mapa da vida de Clarice minuciosamente desenhado por Moser.

Para o escritor iniciante a vida de Clarice é muito reveladora. Ela teve dificuldade para ser reconhecida como escritora, para encontrar editores e para receber apropriadamente seus direitos autorais. Hoje vivemos em um mundo de auto publicação e o impacto desses problemas é bem menor. A vida de Clarice revela porém, o quanto o trabalho do escritor é uma questão de persistência. Ela duvidou de sua qualidade como escritora, detestou vários livros seus, mas mesmo assim persistiu, porque não poderia viver sem escrever. Por isso também, Clarice se considerava uma escritora amadora. Alguém que não escreve por obrigação mas sim porque quer, porque ser profissional era perder a liberdade, talvez uma frase contraditória e difícil de entender para quem viva da escrita hoje, mas é uma questão de espontaneidade criativa. A escrita para ela era autenticidade, não erudição. A vida dela dá muitas dicas para os futuros escritores. Vamos conhecê-la.

terça-feira, 6 de março de 2012

I Odisséia de Literatura Fantástica

A Primeira Odisséia de Literatura Fantástica está cada dia mais próxima!



Acontecerá em Porto Alegre, dias 27 e 28 de Abril, a I Odisséia de Literatura Fantástica. Idealizada pela Argonautas Editora e Christopher Kastensmidt. O evento é um marco para o bom momento da literatura fantástica nacional e busca consolidar em Porto Alegre como um pólo da fantasia e ficção no Sul do Brasil.
É muito bom ver o circuito de eventos literários de fantasia se expandindo para além do eixo Rio - São Paulo. São mais oportunidades para escritores e escritoras iniciantes conhecerem o trabalho dos colegas, entrarem contato com editores e ampliarem sua rede social literária, aproveitando para também conhecer Porto Alegre.

Para quem puder, uma ótima oportunidade para conhecer seus escritores favoritos e poder debater os rumos da literatura fantástica brasileira. Vamos viver a lenda!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Stieg Larsson, o Homem Devorado pelo Dragão



Terminei agora dia 22 a leitura do primeiro livro da trilogia Millenium. Infelizmente li após ver o filme, mas não foi tão grave assim, afinal a Lisbeth Salander que construí na cabeça não parecia com nenhuma das duas atrizes que a interpretaram no cinema, tampouco meu Mikael Blomkvist se parecia com o Daniel Craig, quando muito adquiria um ar mais de Rutger Hauer em Feitiço de Áquila, mas na maior parte do tempo era um louro simpático e levemente barrigudo.

Gostei muito da leitura. Apesar do fantasma da trama solucionada murmurando sobre meu ombro, foi uma leitura agradabilíssima, envolvente. Foi divertido ver os detalhes do livro que ficaram de fora do filme e a forma como personagens como o novo tutor de Lisbeth era caracterizado de forma bem diferente do filme estadunidense. Os personagens são envolventes o que é bem compreensível quando você conhece a história de vida do autor. Espero aproveitar melhor as reviravoltas narrativas nos próximos volumes, onde poderei dispor do fator surpresa. Por enquanto, para mim, o primeiro volume da trilogia é muito bom, mas não supera Massacre Em Estocolmo, outro policial Sueco, escrito á quatro mãos pelo casal Sjowall e Wahloo. Claro, Martin Beck tem mais tempo de estrada que Mikael Blomkvist, então a comparação pode soar injusta, já que temos um possível caso de homenagem. Mas voltemos aos Homens.

Um livro escrito, segundo nos conta a mídia, durante o tempo livre de Stieg Larsson, para o puro deleite do autor. Na verdade, um livro escrito por muito mais do que puro prazer, Os Homens que não amavam as mulheres dá forma a um resgate moral do autor, a reconstrução através de seus personagens, principalmente Lisbeth Salander, de tudo aquilo que ele não pode mudar em sua vida. A personagem feminina principal permite ao autor se reconciliar com seus fantasmas pessoais, através da criação de uma mulher que é capaz de fazer por si mesma, e metaforicamente pelas  outras mulheres, tudo aquilo que elas não podem fazer na vida real. Lisbeth é capaz de reagir e dominar a situação, ao contrário de muitas mulheres vítimas de violência. Através dela Larsson pode ajudar as mulheres que nunca pode auxiliar durante sua vida, criando um ícone capaz de se lançar sem medo contra o imaginário machista para destruí-lo, inspirando outras mulheres a dizer não a qualquer tentativa de diminuir sua grandeza para transformá-las em objetos. Lisbeth surge em um momento onde é muito necessária, quando o mundo supostamente é progressista, mas assim como a família Vanger, na verdade guarda com zelo sua podridão interior.

A história ganhou o mundo, sua força é perceptível no turismo de nicho, que busca conhecer a cidade e os lugares preferidos da protagonista, esperando quem sabe vislumbrá-la fugazmente em um café. A morte do autor, sem ter desfrutado os louros da sua obra, também é contaminada pela mística literária e vira um possível mistério, mais uma trama querendo se esconder nos bastidores, assim como as razões da infeliz disputa entre a viúva de Larsson e o pai e o irmão deste, detentores dos direitos da obra. Como se a precária situação em que Eva Gabrielsson ficou após a morte do companheiro não fosse suficiente, os leitores preferem especular se ela libera ou não libera o tal quarto manuscrito. Tal a ansiedade para ver a história em movimento.

Combinaria com a ficção policial considerar que Stieg Larsson foi envenenado pelos inimigos adquiridos em sua luta contra a extrema direita, mas por trás do mundano ataque cardíaco existe outro fantasma e essa é uma grande lição para os nós autores. No alto das escadas do prédio, no dia em que morreu, Larsson levou uma mordida fatal de seu dragão pessoal, aquele tatuado nas costas de Lisbeth. Sua história tinha adquirido tamanha força que foi capaz de devorar o próprio autor. Não que histórias não publicadas se ressintam de seus autores, ou mesmo tenham ódio ou amor, mas simplesmente tem fome e sede. Precisam nascer, percorrer o mundo e viver através dos leitores. É triste que a obra de Larsson de certa forma necessitou a morte de seu criador para ganhar vida, mas também é uma lição aos novos escritores, sobre não ficar preso á boa vontade dos editores. O dragão que matou Stieg Larsson tem uma cauda de quinze editores que recusaram seus escritos, intimidados pelo tamanho destes.

Histórias também tem limites e uma hora elas precisam ser contadas, sob a pena de devorarem o contador, pois muitas histórias são grandes demais para sair sozinhas de dentro do ser humano que as carrega. E este precisa de ajuda antes que sucumba á tarefa de libertar a narrativa que tem dentro de si, ou sucumbirá.

Novos escritores, não deixem passar a hora, vivam para ver suas criações resplandecerem.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Notas do Subsolo




A inteligência significa nada

Confesso que o que me levou a ler este livro foi o renome do seu autor. Fiódor Dostoiévski, foi um grande escritor russo do século passado, tido como precursor do Existencialismo justamente por conta de "Notas do Subsolo".

O livro narra as deduções de um homem que se julga inteligente e que por conta disso, acaba por se isolar das pessoas. Sem nome, já que o autor omite a identidade do personagem, ele comenta sobre a sociedade em que vive. Na verdade, nosso personagem faz um estudo do comportamento humano e das regras de convívio social impregnadas na sociedade do seu tempo.
Dividido em duas partes e invertido propositalmente para que as deduções apareçam antes dos motivos que as ensejaram, "Notas do Subsolo" é um livro complexo que explora questões interessantes. O autor, indirentamente nos esclarece que a futilidade é algo inerente às pessoas e que o desenvolvimento intelectual é prejudicial ao convívio social. Na mesma linha de raciocínio, Dostoiévski deduz que tornar-se culto é o mesmo que tornar-se nada. Somente os ignorantes podem ser classificados como bons ou maus. Os motivos para suas deduções ou para a minha dedução sobre o que o autor quis dizer, estão no livro e convido a todos para conferi-los.

Em suma, Notas do Subsolo é um livro de cunho crítico, cuja proposta é indagar os motivos que levam as pessoas ser o que são. Um estudo sincero e fundamentado sobre a existência que pode surpreender o leitor com esclarecimentos pouco conhecidos.

Fica a dica e a resenha.

Para comprar:

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Livros impressos x Livros Digitais

Olá caro leitor! Como vai?



Mais um ano que se foi, mais um ano que nos brinda com a esperança de um amanhã melhor, dias mais prósperos, ideias mais criativas e por aí vai.
Para o universo literário, 2012 guarda boas promessas, boas histórias ansiando serem lidas. Temos aí um mercado editorial em franca expansão apesar de muitos acharem que livros impressos são objetos do passado, empurrados para o fundo do armário pelos poderosos e-readers. Eu penso mais ou menos ao contrário.
Sei que a reivenção no modo como lemos, é algo maravilhoso e que também tem se expandido, principalmente fora do brasil, aqui, vemos ainda, uma deficiência de leitores digitiais e material gráfico. Sim, há os “Ialguma coisa” da vida, e outros aparelhos que são exclusivamente usados para leitura, no entanto, os altos preços impedem um franco aumento nos números que indicam essa substituição total do material impresso para o digital.
Honestamente, quero muito comprar um e-reader, seja ele qual for, pelo simples fato de poder levá- lo a qualquer lugar sem depender de uma bolsa ou mochila pesada, mas sem os livros de papel, carrego outro medo, que é o de andar pelas ruas de minha amada cidade e ser assaltada. Quem não tem esse medo? Vejo algumas pessoas no metrô lendos nos seus “Ialguma coisa” e só penso que tal ato é uma bandeira enorme para que a pessoa fique só com o carnê sem desfrutar do adorado e útil aparelho.  Ainda assim, admito também que chegar numa grande livraria e me ver envolta por centenas de estantes e prateleiras forradas com lindos livros de capas vivas que só faltam gritar, é tão prazero quanto ler em si. Não há e-book, que alcance o delícia que é ter nas mãos um livro novinho, com cheirinho de recém impresso, suas páginas amarelinhas, sua capa, bem caprichada e desenhada com esmero por um talentoso artista… Vai, isso a gente não tem nem com um e-reader de última geração, mesmo que o material digital, seja apresentado com animação e afins. Volto a frisar que não tenho nada contra leitores digitais e quero muito me dar um de presente, mas isso não quer dizer que vou deixar de comprar livros, de pegá-los emprestado e creio eu que muitos leitores acompanham esse meu pensamento.
Não acho que devemos abandonar ou considerar condenado o Mercado de livros impressos, muito pelo contrario, ele pulsa vivo e forte, aqui no Brasil e acho que no mundo também, entretendo e levando lugares maravilhosos a toda e qualquer pessoa.  Vamos agregar a era digital, trazê-la para mais perto de nós, sem esquecer do passado, afinal, não é porque ficamos velhos que temos que ser abandonados.

By Lilo autora do livro Redenção
Para saber mais acesse: http://www.redencaobylilo.blogspot.com/

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Fora o capitalismo desenfreado nos filmes!

"Hoje, não vim falar exclusivamente de livros, vim falar de filmes baseados em livros e games, o que na minha opinião, está se tornando cada vez mais rotineiro.
O que vemos atualmente na indústria de cinema americana, é uma crescente utilização de roteiros baseados em livros e games. Sim! Até games têm entrado com mais frequência na roda, o que não é ruim, muito pelo contrário, é ótimo, mas com ressalvas. 
Sei que desde os primórdios existem adaptações de livros para as telonas, mas o que estamos vendo hoje é uma migração em massa de títulos que antes não tinham a menor possibilidade de virem a ser passados para a sétima arte. A quantidade de roteiros vindos do zero me parece estar um tanto quanto escassa no mercado, visto que além de adaptações, estamos vendo um monte de remakes e também - que eu não citei antes - a passagem de histórias em quadrinhos para os cinemas. Isso me fez levantar uma questão: Será que os roteiristas estão com a criatividade esgotada? Ou será essa uma tendência mundial mesmo?
Volto a dizer, que não acho isso ruim, muito pelo contrário, já que grandes livros que realmente merecem ser eternizados nas telas dos cinemas, estão ou estarão em breve rodando por aí em  grandes rolos de fita, mas me assusto que com essa nova fase, a sétima arte possa se perder, visto que temos muitas histórias que precisam ser trabalhadas com carinho e não com mero apreço comercial. Não sei se sou só eu - acredito que não, pois já li bastante a respeito - mas estamos vendo alguns filmes que tinham tudo, simplesmente tudo para se tornarem ótimos nos quesitos produção e que por pressa e pura vontade em faturar, são lançados quase que nas cochas. Essa semana li que o livro que tanto gostei, A Maldição do Tigre, teve os direitos vendidos para um estúdio (acho que foi um pequeno, nem lembro o nome) e poderá ser produzido, vindo a se tornar mais um dos tantos que temos visto. Com essa notícia temo por duas coisas:
- Se for uma produtora pequena(o que é bem provável) o filme pode acabar saindo extremamente mal produzido, como Crepúsculo
- Vão mudar o roteiro da história para que se torne mais vendável, assim como estão falando que vai acontecer com Jogos Vorazes (o contrário aqui é que temos uma grande produtora, por trás do filme)

Ok! Eu devia ficar contente com essa migração e com essa coisa de ideias universais, mas acho que aqueles que apreciam boas obras - tanto literárias, quanto cinematográficas - poderão se sentir um pouquinhos órfãos num mundo cada vez mais capitalista.
Fica o desabafo. Pense sobre o texto."

Beijos  leitores!

Com carinho
Lilo
Conhece meu livro Redenção?

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Eric Musashi e "Os Herdeiros dos Titãs"


de lutas e ideais

Com o subtítulo “de lutas e ideais” o primeiro livro da série “Os Herdeiros dos Titãs” do talentoso escritor Eric Musashi é um livro muito bonito fisicamente falando, foi a primeira coisa que me chamou atenção. Com tamanho maior que o tradicional, de letras em relevo e de desenho criativo, sua capa se destaca em qualquer prateleira. Exemplo suficiente de livro nacional cuja beleza do projeto gráfico supera os gringos.

A história relata as aventuras do jovem revolucionário Arion e sua trupe em busca de liberdade, afinal na cidade de Jatitã, um tirano oprime o povo. Paralelamente a isso, na capital temos o herói Téoder vivendo infeliz ao lado da Rainha-deusa Quetabel, remorsado por ter assassinado sua esposa Faná.

Agora adicione o fato de Arion ser o único filho de Téoder e este ter-lhe tirado a mãe. O que se passa na cabeça do jovem revolucionário em relação à atitude do pai? O que ele fará quando encontrá-lo? São exatamente estes pontos abordados no primeiro “Os Herdeiros dos Titãs”.

Uma narrativa detalhada marca a obra. A passagem de tempo é bem delineada e toda a jornada de cada personagem central é bem contada. A técnica de fragmentar o livro em dois núcleos distintos denota criatividade por parte do autor. Na expectativa de conferir o encontro de Arion com Téoder, o leitor se vê preso nas páginas de “Os Herdeiros de Titãs”, mesmo que muita coisa aconteça neste ínterim.

Aliás, o autor apresenta durante a expectativa do encontro entre pai e filho, um mundo fantástico com elementos próprios, nome de classes sociais, de medidas e raças. Isto, a princípio pode confundir o leitor, já que complexidade do cenário e seu contexto dificulta o entendimento imediato. Entretanto, com o decorrer da história, o leitor vai se habituando aos termos criados pelo autor e passa a entendê-lo no contexto da história, afinal não é preciso saber tudo do mundo para entender uma saga dentro dele.

Outro fator importante é a mensagem que se nota. A capital Catebete mostrada no livro é uma metáfora da nossa sociedade atual. O povo dela é reflexo do nosso, assim como as atitudes e comportamento. Olhá-lo no livro pode nos fazer pensar em muitas coisas e não me cabe dizer mais para evitar spoiler.

O único fator que não me agradou muito a falta de ação neste primeiro livro. Entendo que o conflito psicológico dos personagens e a retomada mental de atitudes sejam os principais temas a ser desenvolvido, mas a narrativa em alguns pontos me soou amena demais. Não que faltou detalhes, pelo contrário, achei em alguns pontos que a narração de cada dia de cada viagem, desnecessária. É opinião pessoal de leitor.

Aguardo ansioso o segundo livro da saga “Herdeiros dos Titãs” para conferir a ação que ele promete e finalizo recomendando o primeiro. Sei da luta diária do autor, de todo o seu esforço para chegar aos leitores e o valorizo muito por isso. Todo o empenho com as palavras, com estudo e com o projeto gráfico, faz de “Os Herdeiros dos Titãs – de lutas e ideais” um livro de energia única.

Fica a resenha e a dica.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Corações em Fase Terminal de Fabiane Ribeiro


Fabiane Ribeiro - Corações em Fase Terminal - capa frente
Uma chance para mudar tudo

Corroborando com o que está acontecendo na literatura atualmente, “Coração em Fase Terminal” da promissora escritora Fabiane Ribeiro, nos trás toda a intensidade de uma boa história. Rápida, sentimental, metafórica e surpreendente, a obra nos leva para dentro de nós mesmos.

O livro relata os acontecimentos da vida de Cátia, uma jovem universitária cuja vida desregrada e sem limites acaba levando-a ao álcool excessivo e ás drogas. Algo comum atualmente, posto que há muitos jovens em “Fase Terminal” de existência devido ao abuso com a liberdade.

Prestes a ter sua existência ceifada precocemente, depois de adormecer Cátia se vê em um lugar peculiar, a Cidade dos Corações onde tudo tem por modelo o órgão vital humano. As nuvens, as árvores são em forma de coração. Neste estranho local, ela se depara com a inusitada tarefa de cuidar literalmente do seu coração que está dentro de uma caixa dourada e todo manchado. Isso mesmo, na Cidade dos Corações, todas as pessoas possuem seus corações fora dos corpos, dentro de Caixas Sagradas e devem curá-los para poderem fazer a Travessia. O ambiente do livro está descrito, a aventura de Cátia começa agora e cabe ao leitor conferi-la.

Uma história sensível, positiva e de mensagem importante, foi o que pude observar nas páginas eletrônicas de “Corações”. Senti-me perto de obras espíritas como Violetas da Janela de Patrícia. Até mesmo do badalado “A Cabana” de Young, observei proximidade, não que o livro seja cópia dos exemplos citados, longe disso, a temática é toda autêntica, mas as mensagens são semelhantes.

Trata-se de um livro de poucas páginas, mas de objetividade surpreendente, feito na medida para os leitores novos. O português limpo da autora Fabiane Ribeiro, conciliado com a mensagem relevante que ela se propõe a passar, tornam “Corações em Fase Terminal” uma obra de beleza singular. Sou adepto totalmente dessa literatura limpa, sensível e de moral bem caracterizada. Em Corações, o leitor aprende com metáforas, ainda que nem se dê conta delas; aprende que há uma segunda chance para mudar o rumo das coisas.

Minha única ressalva ao livro é quanto a brevidade. Sempre acho positivo o autor que consegue dizer muito com pouco, mas acho extremamente difícil mestrar neste quesito. É complicado ser objetivo sem ser breve e talvez “Corações” tenha sido breve em alguns pontos. A relação de Cátia com sua família ao final do livro me pareceu pouco explorado e o leitor (pelo menos eu) esperava muito desse desfecho. Queria conhecer mais da nova Cátia, fora da Cidade dos Corações.

Isso não desaprecia a obra, tampouco a habilidade da autora, afinal ela me mostrou uma literatura rica em poucas palavras. É isso que busco no que leio, histórias intensas de português moderno, gostoso e que valorizem minha posição como leitor crítico. Imaginar, nós sabemos e a Fabiane confiou na nossa imaginação. O resultado foi mágico.

Fica a dica e a resenha!

Quer comprar e conferir pessoalmente do que estou falando? Entre em contato com a autora:

Veja o Book trailer do livro:

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Resultado da Promoção "Dia das Bruxas Premiado"

Olá a todos. A postagem de hoje é sobre o resultado da Promoção "Dia das Bruxas Premiado".

Gostaria antes de tudo informar que o resultado não foi divulgado ontem, porque estava com problemas para acessar o blogger. Pois bem, vamos ao resultado então. Utilizando o site Sorteador, o resultado foi...

A ganhadora foi ANGEL.
Nossos parabéns.
Escolha qual livro você quer ganhar e indique um e-mail para que nós entremos em contato com você.
Ótimo dia a todos.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Resenha - Amanhecer de Stephenie Meyer

Resenha livro Amanhecer  
Editora: Intrínseca
Autor: STEPHENIE MEYER
Ano: 2009
Edição: 1
Número de páginas: 576
Volume: 4
  
Sinopse: Estar apaixonada por um vampiro é tanto uma fantasia como um pesadelo, costurados em uma perigosa realidade para Bella Swan. Empurrada em uma direção por sua paixão por Edward Cullen, e em outra por sua ligação com o lobisomem Jacob Black, ela resistiu a um ano de tentação, perda e conflito. O momento da escolha entre ser parte do mundo dos imortais e permanecer humana é o marco que poderá mudar o destino dos clãs de vampiros e de lobisomens.
Agora que Bella tomou sua decisão, uma assustadora corrente de acontecimentos está para se desdobrar, com consequências devastadoras. Quando as feridas parecem prontas para ser cicatrizadas, e os confrontos da vida de Bella, resolvidos, isso pode significar a destruição. Para sempre.
Assombroso e de tirar o fôlego, Amanhecer, a aguardada conclusão da saga Crepúsculo, esclarece os mistérios e os segredos desse épico romântico.
Sobre a história:
Peço que pelo amor de Deus e dos vampiros tradicionais, fãs da saga Crepúsculo, não me matem com o que tenho a dizer. Na verdade, acho que vou fazer um dasabafo.  Estive dando uma olhada na internet sobre as impressões – que não sejam as de fãs – dos leitores e fiquei contente em saber que não sou a única que pensa que esse quarto livro foi bem decepcionante. Minha relação com a saga sempre foi de amor e ódio, ódio porque eu gosto de vampiros a la Drácula,vampiros sem piedade que querem saber de sexo e sangue, o que obviamente passa longe da saga. Agora quanto a parte de amor… Bem, nem sei explicar porque do amor, mas apesar da história fraca desde o início, eu me senti tentadoramente presa  à ela – já reparei que isso é um defeito meu, se começo, me apego e tenho que ir até o fim. E sim, eu acho a saga fraca, tanto em termos de mitologia, como em termos de enredo, já que o foco se perde na história da mocinha humana apaixonada pelo vampiro sexy, para a história da mocinha que dependente e que só sabe viver pelo vampiro sexy. Outra coisa que vou ressaltar é que na verdade nunca me identifiquei com essas personagens que são tudo o que você é, mas não gostaria de ser… Fraca, atrapalhada, desengonçada e por aí vai… Tá, também não gosto de personagens como a Elena de VD, mega confiantes e que se acham a última bolacha do pacote,  curto mais personagens como a Sookie de Vampiros em Dallas… mas vamos falar de Crepúsculo né.
Amanhecer tinha tudo, tudo, para ser épico, ser o maior dos maiores, a conclusão das conclusões e tudo o que conseguiu ser, foi fraco. Nem mediano, simplesmente fraco. Após ler Eclipse e saber que haveria uma continuação, logo fiquei imaginando um milhão de finais, cada um mais maluco que o outro e quando terminei de ler o livro, tive a impressão de ter sido super lesada. Sabe  aquela sensação de quando você compra alguma coisa e você só percebe que essa coisa tá quebrada quando já não dá mais pra trocar? Pois bem, foi assim que eu me senti. Se a história fosse mais curta, menos enrolação, acredito que até dava para dizer que ele foi mediano, mas aquela história de concepção* do além, gravidez relâmpago, parto estilo filmes B de terror do século passado, uma enrolação para uma eminente batalha que não acontece… AIIIII não! Tinha tudo para ser maravilhoso e ela simplesmente não arrematou a história, que terminou com um marmanjão apaixonado por um bebê  como prêmio de consolação – bebê que parece a encarnação do mal, diga-se de passagem, de tão perfeita – uma luta que tinha tudo para ser épica e não aconteceu, com uma Bella que virou a senhora perfeição que não faz nada de errado e ainda salva vampiros e cia dos todos poderosos Vs, que na minha opinião são o que tem de mais próximo dos vampiros clássicos que eu tanto amo. Juro, que quando comecei a ler a saga, deixei os conceitos que eu tenho sobre a mitologia bem guardados, já me preparando para a mitologia criada pela tia Meyer, mas vampiros que brilham? Caceta! Que criatividade do mal! Hehehe
Em Amanhecer, nem tudo foi espinhos, claro que temos trechos bem legais, só não lembro deles agora, mas tem sim, tanto que quando terminei de ler eu até que gostei da história, entretanto eu parei pra pensar e me perguntei: Ok! Deve ter mais um livro pra finalizar esse aí… Esse deve ser tipo um Spin Off. Outra coisa bizarra que eu tenho que dizer, é que essa história de escudo mental e tra la la, da Bella vampira, ficou bem meio sem pé nem cabeça. E sabe a impressão que eu tive no final? Que a autora preferiu não ousar, não abusar das personagens, mas devido a questões comerciais e marketeiras mesmo. Acredito inclusive, que ela deve ter tido muita pressão para escrever e terminar rapidamente a história, para que a saga não caísse no fundo do baú. Fiquei triste com o final. Triste! E estou atrás de alguém que tenha escrevido um Fanfic com um final mais digno para todos. Alguém aí?
Tá, volto a dizer, não me matem! Eu gostei da série. Não acho que tenha sido um tempo inútil, pelo contrário, a saga me ajudou e me ensinou muito sobre o que se fazer e não fazer em um livro de vampiros. Recomendo a leitura, pela novidade apresentada com esses novos vampiros e também pela notoriedade que a série conseguiu. Honestamente, não considero a saga Crepúsculo, uma má série, talvez em mãos mais habilidosas os livros seriam cultuados como lendas do vampirismo mundial, apesar de já estarem marcados para sempre, pelo bem ou não, no hall dos grandes da literatura.
* Tá legal! Em meu livro Redenção temos uma concepção do além, mas deixa eu esclarecer uma coisa: explico na continuação da história, os porques da concepção milagrosa. Mesmo porque o vampirismo no meu livro é tratado mais como um vírus, uma doença confusa, que faz a pessoa não ter batimentos cardíacos e parecer um morto vivo, e que ainda vive eternamente(bizarro, eu sei), sendo somente vulnerável a determinados objetos de minerios como a prata e claro, ao sol. Temos uma mescla de mitologia com ciência. Isso é confuso admito! Muito confuso e eu imagino como deve ter sido confuso para própria autora da saga, esses por menores da história.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Concurso "III Prêmio CPP - "Professor Palmiro Mennucci" - Conto, Crônica e Poesia

Nome do concurso: III Prêmio CPP - "Professor Palmiro Mennucci.
OBS.: só podem participar associados do CPP, ativos ou aposentados e alunos de escolas estaduais, municipais e particulares.
Categoria(s): Conto, Crônica e Poesia.
Tema: Educação de qualidade, um direito de todos.
Início:
Fim: 30 de novembro de 2011.
Premiação:
 a) diploma honorífico.
 b) publicação do trabalho no Jornal do CPP, em jornais da cidade e região e outros meios de comunicação.
Link para informações:

X Concurso Municipal de Conto “Prêmio Prefeitura de Niterói” - Conto

Nome do concurso: X Concurso Municipal de Conto “Prêmio Prefeitura de Niterói”.
Categoria(s): Conto (infanto-juvenil e adulto)..
Início:
Fim: 30 de novembro de 2011.
Forma de inscrição: protocolo ou entrega pelos Correios.
Premiação: os 3 primeiros colocados recebem 50 exemplares; do 4° ao 10°, 20 exemplares.
Link para informações:
http://www.culturaniteroi.com.br/v3/index.php/niteroi-livros

22º Concurso de Contos Paulo Leminski - 2011 - Conto

Nome do concurso: 22º Concurso de Contos Paulo Leminski - 2011
Categoria(s): Conto.
Início: 31 de julho de 2011
Fim: 11 de novembro de 2011.
Forma de inscrição: obras entregues sob protocolo ou pelos Correios.
Premiação:
 1° Lugar: R$ 1.800.
 2° Lugar: R$ 1.350.
 3° Lugar: R$ 1.000.
 Autor local: R$ 850.
Link para informações:

Concurso "Prêmio Cataratas de Contos e Poesias"

Nome do concurso: Prêmio Cataratas de Contos e Poesias
OBS.: presença obrigatória na premiação.
OBS 2.: obras em português ou espanhol.
Categoria(s): Conto e Poesia.
Início:
Fim: 31 de novembro de 2011.
Premiação:
 em cada categoria
 1° - R$ 1.200,00.
 2° - R$ 800,00.
 3° - R$ 500,00.
Link para informações:

Concursos UNIVAP - Conto e Poesia

Nome do concurso: Concursos UNIVAP.
Categoria(s): Conto e Poesia.
Início:
Fim: 19 de novembro de 2011.
Premiação:
Link para informações:

2º Concurso da Casa de Cultura de Santo Amaro - Prêmio Jacy Donadio

Nome do concurso: 2º Concurso da Casa de Cultura de Santo Amaro - Prêmio Jacy Donadio.
OBS.: os participantes devem morar na cidade de São Paulo ou Grande São Paulo.
Categoria(s): Poesia (temática livre).
Início: 01 de novembro de 2011.
Fim: 07 de novembro de 2011.
Forma de inscrição: entrega na Casa de Cultura de Santo Amaro.
Premiação:
Link para informações: